
Chegar em Notre Dame, pela primeira vez, é sempre uma experiência única. A fachada imponente te informa que aquele não é um monumento comum, mas um dos prédios históricos mais importantes da Europa.
Mais do que uma igreja, Notre Dame é um marco. Um marco para o crescimento da Paris medieval, ao seu redor. Um marco de resistência a inúmeros conflitos, desde a antiguidade, até o século passado com as Grandes Guerras. Um marco da religiosidade do povo europeu e da força de sua fé.
A Igreja é um enorme santuário. Quando passamos da porta de entrada, o burburinho da rua lá fora desaparece. Há calma e tranqüilidade. Mesmo com todos os turistas curiosos andando para lá e para cá, o ritmo é lento, há algo diferente no ar.
Seguindo em frente, encontramos o altar. Majestoso, imponente. Não há como não se sentir uma criança e desejar entrar numa máquina do tempo para ver quantos acontecimentos importantes já ocorreram ali, naquela nave. É fabuloso.
Há inúmeras imagens em toda a lateral, cada uma com seu espaço próprio de adoração. Há espaço para tudo: velas, orações e corações.
A luz é tênue, filtrada pelos enormes vitrais localizados na parte mais alta das paredes laterais. Todo esse conjunto garante um espetáculo único, rico.
Minha experiência é peculiar. Para mim, Notre Dame é viva. Ela conta histórias, ela guarda fatos, ela tem personalidade, lembranças. Estar dentro daquela construção foi como entrar em um portal, ter contato direto com séculos de acontecimentos e de celebração de fé. Estar ali é ser parte de algo maior, especial.
Mais do que uma igreja, Notre Dame é um marco. Um marco para o crescimento da Paris medieval, ao seu redor. Um marco de resistência a inúmeros conflitos, desde a antiguidade, até o século passado com as Grandes Guerras. Um marco da religiosidade do povo europeu e da força de sua fé.
A Igreja é um enorme santuário. Quando passamos da porta de entrada, o burburinho da rua lá fora desaparece. Há calma e tranqüilidade. Mesmo com todos os turistas curiosos andando para lá e para cá, o ritmo é lento, há algo diferente no ar.
Seguindo em frente, encontramos o altar. Majestoso, imponente. Não há como não se sentir uma criança e desejar entrar numa máquina do tempo para ver quantos acontecimentos importantes já ocorreram ali, naquela nave. É fabuloso.
Há inúmeras imagens em toda a lateral, cada uma com seu espaço próprio de adoração. Há espaço para tudo: velas, orações e corações.
A luz é tênue, filtrada pelos enormes vitrais localizados na parte mais alta das paredes laterais. Todo esse conjunto garante um espetáculo único, rico.
Minha experiência é peculiar. Para mim, Notre Dame é viva. Ela conta histórias, ela guarda fatos, ela tem personalidade, lembranças. Estar dentro daquela construção foi como entrar em um portal, ter contato direto com séculos de acontecimentos e de celebração de fé. Estar ali é ser parte de algo maior, especial.
A receita é simples: depois dos primeiros passos, acostume os ouvidos, diminua o passo, baixe a voz e pode deixar o coração bater mais forte. Você estará em outra dimensão, na dimensão da Notre Dame de Paris.